terça-feira, novembro 27, 2007

Longe


Gargalhadas sonoras contagiam todos os que te rodeiam,
O teu jeito louco e terno é saudade dos que te amam…
O teu colo reconfortante é e sempre será o meu refugio,
O teu olhar lê-me, descobre-me, antevê o diluvio…

Passos seguros e sempre certos marcam o teu caminho,
Todos os dias sinto a tua mão no meu ombro dizendo-me que não estou sozinho…
A tua voz vive no meu ouvido dizendo que me ama,
A tua ausência sinto quando a minha alma é o teu nome que chama…

Sinto a vossa falta…
Do nosso cantinho,
Dos nossos momentos…

E tu minha eterna “pequenina”…
Meu único amor eterno,
Minha “nina”…
De sorriso sagrado,
Envergonhado…
Mau feitio matinal que me faz estremecer,
Beijo de carinho que me faz tudo esquecer…

Longe não oiço as tuas gargalhadas,
Longe não sinto o teu colo,
Longe não sinto o teu beijo…

Sei que me guardam sempre,
Que me protegem…
Mas hoje dava tudo por um beijo dos três…

terça-feira, novembro 20, 2007

És tanto e sou tão pouco


Sonhos e ilusões fazem certo um caminho sombrio,
Uma estrada percorrida debaixo de um olhar mágico
Que me protege ao sentir-se protegido,
Que me aquece ao sentir-se aquecido,
Que me faz sentir amado ao sentir-se amado.

Prometi a mim mesmo um poema para ti,
Por ti…

Como escrever o que só sei sentir,
A vida e a poesia tocam-se,
O caminho é escolhido e deixamo-nos ir,
Sem olhar para trás vamos desenhando,
Escrevendo,
A vida e a poesia amam-se.
De tão iguais confundem-se…

Um segundo de felicidade num olhar profundo que nos derrete,
Uma linha escrita inspirada que nos comove,
Um “amo-te” dito num abraço enrolado,
Um “amo-te” escrito num papel enrugado…

És tanto e sou tão pouco…
Prometi a mim mesmo um poema para ti,
Por ti…
Não consigo…

Desespero por gritar ao mundo
O que apenas a minha mão na tua sabe dizer,
És tanto e sou tão pouco…