Acaba aqui um ciclo...
1 ano e meio +- de posts, desabafos, recordaçoes, emoçoes...enfim!
Não sei bem o que dizer mais, mas sempre que a inspiraçao não me trair colacarei um ou outro no novo blogui!!!
a todos os que aqui vieram, a todos os que aqui deixaram o seu comentário, incentivo ou critica o meu muito obrigado!
um abraço e até kalker dia eheheh!
http://www.fotolog.com/hunberaht/
segunda-feira, junho 05, 2006
quinta-feira, junho 01, 2006
Leve, doce, quente

Leve, doce, quente,
És rio que passa e deixa marca.
Fica! Não deixo que passe!
Leve, doce, quente,
O teu beijo terno na minha face.
Leve, doce, quente,
És Sol que nasce e não se põe.
Fica! Brilha e deixa-me sonhar!
Leve, doce, quente,
O teu doce penetrante olhar.
Leve, doce, quente,
És chuva que cai mas não molha.
Fica! Cai e lava-me a alma!
Leve, doce, quente,
O teu toque suave de calma.
Leve, doce, quente,
És rio que passa...
Leve, doce, quente,
És Sol que nasce...
Leve, doce, quente,
És chuva que cai...
Leve, doce, quente,
És vida e sentimento que não morre,
És a porta de quem chega,
A saudade de quem vai.
Pinky Princess...cá se fazem cá se pagam,já merecias uma homenagem há mais tempo, tu só fizeste com que ela fosse um cadito mais cedo!!!
nada do que está no poema é inventado...foste daquelas pessoas que fizeram a minha pequena estadia na ESCS valer mais do que a pena!
Um grande mulher, uma grande amiga... (não preciso voltar a dizer que és linda pois não?)
não consigo adicionar muito mais...fica só um beijo enoooorme pá minha Shakirazinha mai Linda!
sexta-feira, maio 26, 2006
Não desisto!
Não desisto!
Perdi-me algures no meu caminho,
Não sei agora que rumo tomar...
Desorientado e sozinho
Não sei para que momento devo voltar.
Perdi algures o bater do meu coração,
Não encontro agora forma de o reanimar...
Sigo perdido em contramão,
Não sei para que momento devo voltar.
Estou agora nesta encruzilhada,
Uma partida da vida
Sem hora marcada.
Um bilhete de ida,
Um bilhete de chegada...
Cerro os dentes e escuto...
Pode ser o começo,
Não tem que ser o fim,
Não desisto!
O passado não se apaga
Mas o futuro é para a frente e risonho,
Eu acredito!
O passado ensina-me,
No presente de agora vejo no futuro um sonho,
Não desisto!
Há pessoas que passam,
Há pessoas que ficam,
Mas eu...eu estarei sempre aqui,
Há pessoas que amam,
Há pessoas que odeiam,
Mas eu...eu poderei sempre confiar em mim!
tanto tempo sem aqui escrever...custou mas foi!
não sei se será o ultimo.pode ser que sim...
peço desculpa pela ausencia e um obrigado a todos os que n desistiram deste blog
Perdi-me algures no meu caminho,
Não sei agora que rumo tomar...
Desorientado e sozinho
Não sei para que momento devo voltar.
Perdi algures o bater do meu coração,
Não encontro agora forma de o reanimar...
Sigo perdido em contramão,
Não sei para que momento devo voltar.
Estou agora nesta encruzilhada,
Uma partida da vida
Sem hora marcada.
Um bilhete de ida,
Um bilhete de chegada...
Cerro os dentes e escuto...
Pode ser o começo,
Não tem que ser o fim,
Não desisto!
O passado não se apaga
Mas o futuro é para a frente e risonho,
Eu acredito!
O passado ensina-me,
No presente de agora vejo no futuro um sonho,
Não desisto!
Há pessoas que passam,
Há pessoas que ficam,
Mas eu...eu estarei sempre aqui,
Há pessoas que amam,
Há pessoas que odeiam,
Mas eu...eu poderei sempre confiar em mim!
tanto tempo sem aqui escrever...custou mas foi!
não sei se será o ultimo.pode ser que sim...
peço desculpa pela ausencia e um obrigado a todos os que n desistiram deste blog
segunda-feira, março 27, 2006
Amar por Amor
Amar é viver e ser vivido,
É lembrar e ser lembrado,
Amar é receber sem ter pedido,
É dar o que se tem guardado.
Amar por amor...
É um suspiro prolongado num olhar enternecido,
É no calor da despedida o perfume perdido.
Amar por amor...
É uma manhã de Primavera,
É uma tarde de Verão.
É uma noite de Inverno abraçados ao serão.
Amar por amor...
É um sonho partilhado,
É uma vida à nossa frente,
È um destino a dois traçado.
Amar por amor...
É uma aurora boreal,
É uma estrela cadente,
É saborear do mar o sal.
Amar por amor...
È na sorte e no azar,
É na força e na fraqueza,
È à luz do Sol intenso,
È na magia do Luar!
o amor...haverá tema preferido???para uns doença,para muitos a cura para outros a doença da qual querem morrer...
amor simples,duas pessoas,amor puro!!!
dedicaçao,coraçoes por todo o lado,mor para aki mor para ali,olhares cumplices,desejo,paixão...amor...
adormecer a suspirar,sonhar a suspirar,acordar a suspirar...amor...
ai....
É lembrar e ser lembrado,
Amar é receber sem ter pedido,
É dar o que se tem guardado.
Amar por amor...
É um suspiro prolongado num olhar enternecido,
É no calor da despedida o perfume perdido.
Amar por amor...
É uma manhã de Primavera,
É uma tarde de Verão.
É uma noite de Inverno abraçados ao serão.
Amar por amor...
É um sonho partilhado,
É uma vida à nossa frente,
È um destino a dois traçado.
Amar por amor...
É uma aurora boreal,
É uma estrela cadente,
É saborear do mar o sal.
Amar por amor...
È na sorte e no azar,
É na força e na fraqueza,
È à luz do Sol intenso,
È na magia do Luar!
o amor...haverá tema preferido???para uns doença,para muitos a cura para outros a doença da qual querem morrer...
amor simples,duas pessoas,amor puro!!!
dedicaçao,coraçoes por todo o lado,mor para aki mor para ali,olhares cumplices,desejo,paixão...amor...
adormecer a suspirar,sonhar a suspirar,acordar a suspirar...amor...
ai....
domingo, fevereiro 05, 2006
O Arco Da Esperança
Corro sem parar...
Desorientado, apavorado.
Vejo coisas, vejo gentes,
Histórias de vida tão diferentes.
Sinto mágoas disfarçadas,
Sonhos por cumprir,
Vejo folhas rasgadas
Num céu por abrir.
Paro!
Para trás ficaram os olhares indiscretos,
Amores falhados,
Promessas quebradas,
Destinos incertos.
As nuvens que passam
Quando o Sol persistente surge
Desfazem-se em lágrimas pesadas.
Nasce por magia o arco das sete cores
Iluminando as almas desanimadas.
Vejo agora a luz e a esperança,
Todos correm para algum lugar.
Sabem que quem busca sempre alcança,
Quem sabe um lugar onde ainda se possa sonhar.
Perdidas as gentes procuram a saída,
As sete cores do arco-íris
Dão rumo à própria vida
E mostram o caminho para um destino feliz.
Saudações Poéticas!
Desorientado, apavorado.
Vejo coisas, vejo gentes,
Histórias de vida tão diferentes.
Sinto mágoas disfarçadas,
Sonhos por cumprir,
Vejo folhas rasgadas
Num céu por abrir.
Paro!
Para trás ficaram os olhares indiscretos,
Amores falhados,
Promessas quebradas,
Destinos incertos.
As nuvens que passam
Quando o Sol persistente surge
Desfazem-se em lágrimas pesadas.
Nasce por magia o arco das sete cores
Iluminando as almas desanimadas.
Vejo agora a luz e a esperança,
Todos correm para algum lugar.
Sabem que quem busca sempre alcança,
Quem sabe um lugar onde ainda se possa sonhar.
Perdidas as gentes procuram a saída,
As sete cores do arco-íris
Dão rumo à própria vida
E mostram o caminho para um destino feliz.
Saudações Poéticas!
terça-feira, janeiro 24, 2006
Velho "Madragoa"
Sentado no monte, desinspirado
Vejo correr o Tejo triste e enfadonho...
Naquelas amarguradas águas do meu Tejo sagrado
Foge desamparado o meu velho sonho.
O Tejo confunde-se ao beijar o Atlântico pesado...
Tal como eu, passando de criança a homem feito.
Vejo a minha infância no suave passeio do cacilheiro,
E a minha jovem inocência trocada pelo preconceito.
A feliz inocência do tempo em que com nada nos tinhamos que preocupar
Desvaneceu-se...
O velho "Madragoa" já não é mais o barco do sonho...
O sonho que me fazia perguntar...que mistérios esconde este velho cacilheiro,
Desvaneceu-se...
Morreu.
Será crescer morrer?
Será a responsabilidade e a noção de realidade o caminho da felicidade?
Que saudades do "Madragoa" misterioso,
Que saudades da minha infante inocência em que só existia sonho e ilusão
E não havia espaço para a mentira e a maldade...
O bonito é ser criança,
Ser ingénuo e inocente...
Mas eu não perco a esperança,
Voltarei a sonhar,
Numa tarde quente voltarei a atravessar o meu Tejo,
Descobrirei Timor,Brasil e até Goa...
Voltarei a sonhar naquele banco duro e frio do meu velho "Madragoa".
"E esse teu ar grave e sério
dum rosto e cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria"
Carlos Tê
passou um mês sem postar aqui um poema...
eu de algum modo já desesperava e numa tarde solitária resolvi visitar o meu desde sempre "santuário"...
fui ver o Tejo,
fui ver o meu passado,fui lembrar a minha infância,fui reviver a alegria que era cada travessia do rio que divide o meu lar da velha Lisboa...
consegui viver minutos de inocência,minutos de perfeição e ingenuidade...
eram bons os tempos que nos limitávamos a viver...a viver os momentos bons e ter alguém para tratar de todos os momentos maus...
um abraço a todos os que por aqui passam,
Bom ano e como diria o Jim Carrey num dos seus filmes: "Be the miracle"
Vejo correr o Tejo triste e enfadonho...
Naquelas amarguradas águas do meu Tejo sagrado
Foge desamparado o meu velho sonho.
O Tejo confunde-se ao beijar o Atlântico pesado...
Tal como eu, passando de criança a homem feito.
Vejo a minha infância no suave passeio do cacilheiro,
E a minha jovem inocência trocada pelo preconceito.
A feliz inocência do tempo em que com nada nos tinhamos que preocupar
Desvaneceu-se...
O velho "Madragoa" já não é mais o barco do sonho...
O sonho que me fazia perguntar...que mistérios esconde este velho cacilheiro,
Desvaneceu-se...
Morreu.
Será crescer morrer?
Será a responsabilidade e a noção de realidade o caminho da felicidade?
Que saudades do "Madragoa" misterioso,
Que saudades da minha infante inocência em que só existia sonho e ilusão
E não havia espaço para a mentira e a maldade...
O bonito é ser criança,
Ser ingénuo e inocente...
Mas eu não perco a esperança,
Voltarei a sonhar,
Numa tarde quente voltarei a atravessar o meu Tejo,
Descobrirei Timor,Brasil e até Goa...
Voltarei a sonhar naquele banco duro e frio do meu velho "Madragoa".
"E esse teu ar grave e sério
dum rosto e cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria"
Carlos Tê
passou um mês sem postar aqui um poema...
eu de algum modo já desesperava e numa tarde solitária resolvi visitar o meu desde sempre "santuário"...
fui ver o Tejo,
fui ver o meu passado,fui lembrar a minha infância,fui reviver a alegria que era cada travessia do rio que divide o meu lar da velha Lisboa...
consegui viver minutos de inocência,minutos de perfeição e ingenuidade...
eram bons os tempos que nos limitávamos a viver...a viver os momentos bons e ter alguém para tratar de todos os momentos maus...
um abraço a todos os que por aqui passam,
Bom ano e como diria o Jim Carrey num dos seus filmes: "Be the miracle"
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