
Finalmente sorri...
Da fraqueza fez a força
E na dor aprendeu a lutar.
De branco confiante deslizava.
Finalmente sorria...
De respiração sustida
O público nunca esqueceria aqueles segundos.
Muito mais que uma mulher,
Uma alma,
Um brilho,
As suas lágrimas criavam
O mais doce arco-iris aconchegado nas suas faces...
Era o dom de nos fazer sonhar,
De me fazer sonhar...
E as luzes apagaram-se.
Sem que pudesse reparar encontrava-me só na enorme sala já vazia.
E lá estava ela...
Olhava para mim, eu sentia que sim,
Pela primeira vez tinha a certeza
Que olhava para mim.
Desarmava-me...
Senti que aquele palco será nosso,
Teremos aquele mundo em comum
Num sonho em que seremos apenas um.
Estendeu-me a mão
E ao ouvido sussurrou-me:
"Um dia..."
2 comentários:
Para quando o quarto acto estou coriosa.
Beijinho GRANDE
Mãe
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